A melhor banda de todos os tempos (exagereado, eu?) está lançando seu sexto disco. Fizeram um clipe usando 24 referências de vídeos do You Tube e que, na minha opinião, teve um resultado bem mais inspirado do que a música em si. Vale a pena olhar. Com vocês: Weezer, Pork and Beans.
Lixo
Como será que o primeiro mundo culto reage ao lixo cultural que o Brasil está jogando lá, com, por exemplo, João Kleber na TV de Portugal? Tá, tudo bem, tem gente que diz que Portugal não é na Europa. Acho que tá provado. Ehehe
Ele rezou porque estava abalado. Nunca se sabe quando algo vai bater forte. Rezou porque o inexplicável, o inacreditável e o improvável acontecem a toda hora, mas, quando perto, é mais fácil de entender que poderia ter sido com a gente. Isso assusta. Ele rezou para que tenha sido tranquilo, belo e sublime. Não acreditava que não fosse. Toda a dor, por maior que venha, deve reverter nessa hora. Quem vai não sofre mais do que quem fica. Rezou por isso também. Se rezou para pedir por algo que já aconteceu não ter sido uma experiência ruim, é prova que o tempo nada mais é do que um detalhe, uma dimensão, um aspecto da vida. Se rezou, por que não crer também que o passado é só uma peça que ainda pode se movida? Tudo é possível para quem reza. Ele rezou do jeito dele. Rezou por quem ficou. Por quem precisa de serenidade e superação. Rezou não sabe bem para quem. Para o deus que estivesse de plantão na hora. Para o deus dentro dele. Rezou porque não havia mais nada que pudesse fazer.
Wii Golf
Sou o melhor brasileiro no Wii Golf neste
ranking independente. Te mete!
Gauchos ("Gáuchos" para os menos avisados)
Inspirado pelo discurso de Vitor Ramil sobre a estética do frio, escrevi uma defesa de um trabalho para uns clientes uruguaios, que não vemm ao caso agora comentar. Achei bonitinho (e outras pessoas também), então resolvi compartilhar. É simples e curto, porém verdadeiro.
Para o povo do Rio Grande do Sul, principalmente na região sul do Estado, os países do Prata são o quintal da nossa casa. Nossas tradições culturais e hábitos nos unem. Nos identificamos mais com a milonga do que com o samba, mais com o frio do que com o calor, mais com o arroz do que com o feijão. Nosso vocabulário é farto em palavras espanholas que poucos no resto do Brasil compreendem. Falar do Uruguay é como falar de um irmão que foi estudar no exterior, de quem temos saudades. São coisas que não se explica. São coisas da alma. Já no futebol é outra história. Não somos mais uruguaios do que brasileiros, mas, certamente, somos mais gaúchos do que brasileiros; e tão “gauchos” quanto vocês."